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O cantor Ed Motta negou, em depoimento à Polícia Civil do Rio de Janeiro, ter cometido agressões ou ofensas contra funcionários de um restaurante na cidade. O caso é investigado pela 15ª Delegacia de Polícia.
A ocorrência aconteceu durante um jantar no restaurante Grado, quando houve uma discussão após a cobrança da taxa de rolha, aplicada quando clientes levam bebidas para o estabelecimento.
Segundo relatos de funcionários, a situação teria evoluído para um conflito verbal. O cantor, porém, contestou essa versão ao prestar depoimento.
Ed Motta afirmou que o encontro foi um jantar entre amigos e familiares e que o grupo levou vinhos para a refeição.
Ele declarou que se incomodou com a cobrança da taxa e procurou o gerente para questionar o valor. Em meio à situação, disse ter reagido emocionalmente e arremessado uma cadeira ao chão, negando intenção de atingir qualquer pessoa.
O artista também afirmou que, por conta do movimento no local, teria esbarrado em uma mesa, sem perceber consequências maiores no momento.
Ele disse ainda que deixou o restaurante antes de um novo desdobramento da confusão envolvendo outras pessoas do grupo.
O cantor negou o uso de expressões ofensivas e afirmou que repudia qualquer acusação de preconceito. Em depoimento, também declarou: ser “negro e gordo” e reforçou que não praticou atos discriminatórios.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
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