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A Netflix voltou ao centro das discussões após firmar um acordo com Suzane von Richthofen para a produção de um documentário exclusivo sobre um dos casos criminais mais conhecidos do país. O projeto, que já está em fase de pós-produção, tem estreia prevista ainda para este ano.
Segundo informações de bastidores, a plataforma teria pago cerca de R$ 500 mil para garantir o depoimento da condenada, que participa diretamente da produção. O valor faz parte de um contrato que também prevê cláusulas rigorosas de confidencialidade.
Apesar da repercussão, a Netflix informou que não divulga detalhes financeiros de seus projetos. Ainda assim, trechos do depoimento acabaram vazando nas redes sociais na última segunda-feira (6), após exibição prévia para convidados em março.
O acordo não envolve apenas Suzane. Pessoas ligadas ao caso também teriam sido remuneradas, incluindo familiares que autorizaram o uso de imagens e concederam entrevistas. O atual marido dela, o médico Felipe Zecchini Muniz, também participou da produção.
Entre as cláusulas contratuais, está a proibição de divulgação pública de valores e termos do acordo, além de restrições para entrevistas a outros veículos por um período determinado, garantindo exclusividade à plataforma.
O documentário, provisoriamente chamado de “Suzane Vai Falar”, foi desenvolvido após o bom desempenho de produções sobre crimes reais no streaming. A decisão acompanha uma tendência crescente de conteúdos baseados em casos de grande repercussão.
Nos bastidores do setor audiovisual, o projeto gerou reações divididas. Parte dos profissionais demonstrou preocupação com o avanço de formatos considerados mais sensacionalistas, enquanto outros destacam o interesse do público por histórias reais.
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