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Um advogado de Goiás protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação em que pede indenização de R$ 12 bilhões, alegando ser alvo de uma suposta organização internacional envolvida em clonagem de DNA, manipulação genética, controle mental e perseguições.
A petição inicial, apresentada em 20 de maio de 2026, possui 59 páginas e reúne acusações direcionadas à União, órgãos públicos, autoridades, empresários, líderes religiosos, familiares do autor e outras pessoas físicas.
Entre os nomes mencionados no processo estão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente Jair Bolsonaro, a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, estados, polícias civis, a Igreja Católica, o papa Leão XIV e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Em um aditamento posterior, o advogado ampliou a lista de citados, incluindo empresários, artistas e personalidades internacionais, como Mark Zuckerberg, Eduardo Saverin, Bill Gates, Leonardo DiCaprio, Charlie Sheen, Vinícius Júnior, Ivete Sangalo, Miguel Falabella, Camila Queiroz, Wesley Batista, Elie Horn e André Gerdau Johannpeter.
Na ação, o autor sustenta que integrantes da suposta organização estariam infiltrados em instituições públicas, como a Polícia Federal, o Ministério Público e o Poder Judiciário. O documento também descreve, segundo a versão apresentada pelo advogado, a existência de tecnologias capazes de alterar material genético, controlar pessoas e até interferir em acontecimentos passados para ocultar crimes e modificar provas.
Entre os pedidos apresentados ao STF estão a abertura de investigações pela Polícia Federal e pelas polícias civis dos estados citados, acompanhamento do Ministério Público Federal, quebra de sigilos telefônicos de pessoas mencionadas, concessão de medida protetiva, comunicação do caso ao FBI por meio da Embaixada dos Estados Unidos e medidas relacionadas ao controle das tecnologias descritas na petição.
O advogado afirma ainda que encaminha informações semelhantes à Polícia Federal desde 2023 e que uma manifestação anterior enviada à Ouvidoria da corporação foi arquivada.
Além da indenização bilionária, a ação solicita pagamentos mensais entre R$ 2 mil e R$ 35 mil por parte de algumas pessoas citadas e percentuais sobre o faturamento de empresas como Meta, Microsoft, Ambev, Cyrela, Gerdau e Friboi.
O andamento processual mais recente registra uma nova petição protocolada no sábado (18). As alegações apresentadas representam exclusivamente a versão do autor e ainda serão analisadas pelo Supremo Tribunal Federal. O ajuizamento da ação não significa que os fatos tenham sido reconhecidos, confirmados ou considerados verdadeiros pela Corte.
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