Foto: Reprodução
O agronegócio brasileiro perdeu, na última quarta-feira (24), uma de suas maiores referências. O engenheiro agrônomo Paulo Garollo, conhecido nacionalmente como o “Papa do Milho”, morreu após sofrer um infarto durante uma reunião familiar de Natal, em Rio Verde.
Reconhecido como um dos maiores especialistas em milho do país, Garollo construiu uma trajetória marcada pelo profundo conhecimento técnico e pela proximidade com toda a cadeia produtiva. Sua atuação fez dele uma referência para produtores rurais, entidades e empresas do setor.
Ao longo da carreira, destacou-se pela defesa da inovação, da sustentabilidade e da disseminação de informações voltadas ao aumento da eficiência produtiva do milho, uma das culturas mais estratégicas do Brasil. Participou de debates, eventos e iniciativas que valorizavam o cereal e sempre reforçou a importância da comunicação entre produtores e empresas do agro.
Em uma de suas últimas entrevistas, concedida ao canal Notícias Agrícolas, Garollo chamou atenção para os desafios da safrinha, alertando sobre os prejuízos causados por pragas como o pulgão e a cigarrinha, que ameaçam a produtividade nas lavouras.
Além do trabalho como consultor, ele também colaborou com grandes empresas do agronegócio, entre elas a Bayer, que atua nos segmentos de sementes, defensivos agrícolas e tecnologia digital. Em nota, a empresa lamentou profundamente a perda e destacou o legado deixado pelo agrônomo no desenvolvimento do agro brasileiro, encerrando a homenagem com a frase: “Se é milho, é Garollo.”
A morte de Paulo Garollo deixa uma lacuna no setor e um legado de conhecimento, dedicação e contribuição ao fortalecimento do agronegócio nacional.
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