Elisflávia Rodrigues e a filha Olívia Foto: Reprodução
Uma professora de Goiânia enfrentou um diagnóstico de câncer em estágio avançado durante a gravidez da primeira filha e precisou antecipar o parto para preservar a própria vida e a da bebê. O caso envolve Elisflávia Rodrigues, que descobriu tumores no intestino e nos ovários enquanto ainda estava gestante.
Diante da evolução do quadro clínico, a equipe médica optou pela antecipação do parto como forma de permitir o início do tratamento oncológico e garantir melhores condições para mãe e filha. A decisão foi tomada após o agravamento do estado de saúde da paciente, que vinha sendo acompanhada de perto.
Antes do nascimento, a professora passou por procedimentos para aliviar os sintomas, incluindo a retirada de líquido abdominal, medida que oferecia conforto temporário, mas não resolvia a progressão da doença.
A bebê, Olívia, nasceu no dia 6 de abril, com 31 semanas e cinco dias de gestação, pesando cerca de 2 quilos. Após o parto, ela foi encaminhada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal, onde recebeu acompanhamento especializado.
Com o nascimento da filha, Elisflávia pôde dar início ao tratamento contra o câncer. O caso mobilizou a família, que mantém a expectativa pela recuperação da professora.
O marido, que acompanhou todo o processo, destaca a importância do apoio emocional e da união familiar durante o enfrentamento da doença. A família segue confiante na evolução do tratamento.
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