Mãe de jovem que ficou com sequelas após cheirar pimenta faz desabafo após três anos do caso

POR Redação | 23/02/2026
Mãe de jovem que ficou com sequelas após cheirar pimenta faz desabafo após três anos do caso

Thaís Medeiros de Oliveira convive há três anos com sequelas depois que teve grave reação alérgica ao cheirar pimenta — Foto: Reprodução/ Perfil do Instagram de Thaís Medeiros e Arquivo pessoal/Matheus Lopes de Oliveira

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Três anos após o episódio que deixou Thais Medeiros de Oliveira, de 28 anos, com graves sequelas cerebrais, a mãe da jovem voltou a se manifestar publicamente nas redes sociais.

 

A publicação foi feita no perfil da própria Thais no Instagram. No vídeo, Adriana Medeiros lamenta o que aconteceu com a filha e reforça o amor e a dedicação mantidos desde fevereiro de 2023, quando a jovem passou mal após cheirar pimenta, em Anápolis.

 

O caso ocorreu no dia 17 de fevereiro daquele ano. Thais, que trabalhava como trancista, almoçava na casa do então namorado, no bairro Vila Jaiara, quando apresentou sintomas após cheirar pimenta durante uma conversa. Segundo relato feito por ele à imprensa na época, ela sentiu irritação na garganta e rapidamente perdeu as forças.

 

A jovem foi socorrida e internada em estado gravíssimo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa de Anápolis. Desde então, enfrentou uma sequência de internações.

 

De acordo com a família, apenas no primeiro ano após o ocorrido, Thais foi hospitalizada oito vezes, acumulando mais de 250 dias internada. Ela passou por tratamentos como neuromodulação, além de sessões de fisioterapia e fonoaudiologia. No ano seguinte, voltou a ser internada na UTI do Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação (Crer), em Goiânia, para tratar uma infecção urinária.

 

As sequelas comprometeram funções essenciais, como fala e movimentos, tornando a jovem dependente de cuidados permanentes.

 

Em agosto de 2025, após quase dois anos de batalha judicial, a Justiça determinou a concessão de auxílio para atendimento em home care — modalidade de assistência hospitalar realizada na residência do paciente. Segundo o padrasto, Sérgio Alves Silva, a autorização cobre seis meses de tratamento, sendo necessária nova decisão judicial para continuidade após o período.

 

Ele também explicou que a saúde pulmonar exige atenção constante, já que Thais já apresentou episódios de infecção, considerados compatíveis com o quadro clínico.

 

A família segue utilizando as redes sociais para compartilhar a rotina de cuidados e os desafios enfrentados desde o ocorrido.

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