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A diarista Andressa Cristina, de 22 anos, acusa a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Noroeste, em Goiânia, de negligência no atendimento médico à filha Maria Júlia Pessoa Brito, de 2 anos e 11 meses, que faleceu no dia 22 de maio após ser atendida duas vezes na unidade sem o diagnóstico correto.
Segundo a mãe, no dia 18 de maio, a criança apresentava sintomas gripais e foi medicada com remédios para gripe e gases. Dois dias depois, retornou ao local com piora no quadro, mas o diagnóstico foi mantido. Ela só teve o quadro de pneumonia grave identificado após atendimento em Araçu, onde a família buscou socorro novamente.
Transferida para Goiânia em estado grave, a menina faleceu no mesmo dia. A mãe lamenta que nenhum alerta tenha sido feito nos atendimentos anteriores. “Ela morreu por falta de diagnóstico. Não me deram tempo de lutar por ela”, declarou.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia lamentou a morte da criança e informou que os atendimentos seguiram os protocolos assistenciais. Segundo a pasta, a equipe médica não identificou sinais de alarme nos dois primeiros atendimentos.
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