O ex-governador e pré-candidato ao governo de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), voltou a comentar um dos boatos que mais repercutiram durante sua trajetória política: o suposto relacionamento extraconjugal com a cantora Paula Fernandes. Em entrevista à Rádio Bandeirantes FM, o tucano negou a história e afirmou que o tempo tratou de desmentir as informações.
Questionado pelo jornalista Rosenwal Ferreira sobre qual mentira teria ultrapassado os limites ao longo de sua carreira, Marconi disse que enfrentou diversas acusações sem fundamento, incluindo rumores de que seria sócio de empresas e empreendimentos privados.
"Eu trazia uma indústria para cá, a Caoa, por exemplo, diziam que eu era sócio da Caoa. Disseram que eu era sócio do supermercado Moreirinha. Quando eu trouxe para cá indústrias de etanol, disseram que eu era sócio. Passavam perto de uma fazenda bonita e diziam que eu era sócio. É uma conversa fiada, uma mentirada que não sustenta. Quando não tem fundo de verdade, não se sustenta", afirmou.
O ex-governador também citou boatos envolvendo o empresário Odilon Santos antes de abordar o rumor sobre Paula Fernandes.
"No passado, inventaram que eu tinha um caso com a cantora Paula Fernandes. Então, assim... é uma coisa tão ridícula que o tempo vai se encarregando de colocar as coisas no lugar", declarou.
Marconi destacou que está casado há quase quatro décadas com a esposa, Valéria Perillo, e afirmou que os rumores nunca afetaram a relação do casal.
"Estou maravilhosamente bem casado com a Valéria. São 40 anos de convivência. Para mim, o que há de mais caro na vida é o meu relacionamento sincero com a minha mulher", disse.
Segundo ele, a esposa nunca deu crédito às especulações. "Ela nunca se deixou contaminar por essas bobagens, por essas mentiras, até porque sempre foi uma mulher muito íntegra e segura de si."
Durante a entrevista, Marconi também fez uma reflexão sobre as derrotas que sofreu nas eleições para o Senado em 2018 e 2022. O tucano afirmou que as experiências contribuíram para seu amadurecimento político.
Ele contou que ouviu de um colega que só se tornaria um político completo após perder uma eleição, conselho que, à época, rejeitou.
"Eu já perdi duas eleições e acho que ele estava certo. A gente tem que perder para conhecer melhor quem está perto da gente", afirmou.
Marconi também disse acreditar que poderia ter contribuído mais pelo Estado caso tivesse sido eleito senador em 2018, mas afirmou que encara o resultado com tranquilidade e como parte de seu processo de aprendizado político.
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