A presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) em Goiás, Adriana Accorsi, reagiu às denúncias de agressões, ameaças e discriminação contra eleitores de esquerda após o segundo turno das eleições presidenciais, realizado no último domingo (25). Em vídeo publicado nas redes sociais nesta semana, a dirigente afirmou que pretende buscar responsabilização judicial pelos episódios. “Primeiramente, o processo vai cantar”, declarou.
Na gravação, Adriana mencionou o caso de uma psicóloga investigada pelo Conselho Regional de Psicologia após uma manifestação contrária à contratação de petistas. Ela também criticou declarações atribuídas a um coronel, que teria defendido colocar integrantes do partido em sacos e jogá-los em um rio.
A dirigente respondeu diretamente ao autor das supostas ameaças. “Você acha que nós temos medo de vocês? Nós enfrentamos vocês, e eu enfrento vocês. E eu estou te esperando”, afirmou.
Na legenda da publicação, Adriana declarou que Goiás foi o estado onde Lula mais cresceu em votos no segundo turno e classificou as denúncias como episódios de violência e perseguição política.
A presidente estadual do PT defendeu que os responsáveis pelas ameaças sejam investigados e responsabilizados. As acusações mencionadas por ela ainda dependem de apuração pelas autoridades competentes.
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