Goiás

Pesquisa aponta que 95% dos goianos têm interesse em swing

POR Redação | 29/08/2026
Pesquisa aponta que 95% dos goianos têm interesse em swing

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Uma pesquisa realizada pela Sexlog aponta que o interesse pela prática de swing é elevado entre os participantes de Goiás. Segundo o levantamento, 95% dos entrevistados no estado demonstram algum grau de interesse pela troca consensual de casais, considerando quem pratica, já experimentou ou tem curiosidade sobre a prática.

 

O percentual coloca Goiás acima da média registrada no levantamento nacional. Entre os goianos consultados, 26,5% afirmaram praticar swing atualmente, índice próximo aos 26,4% observados em todo o Brasil.

 

Outros 30,4% disseram já ter experimentado a prática pelo menos uma vez. Já 38,1% nunca participaram, mas afirmaram ter curiosidade.

 

Novidade e fantasias estão entre os principais motivos

Entre os goianos que participaram da pesquisa, a busca por novidade e aventura aparece como o principal estímulo para experimentar o swing, mencionada por 20,1% dos entrevistados.

 

A realização de fantasias vem na sequência, com 15,3% das respostas.

 

Por outro lado, o receio de sofrer julgamento social é apontado como o principal obstáculo. O fator foi citado por 15% dos participantes, enquanto o ciúme apareceu em 14,2%. A religião foi mencionada por 4,1%.

 

O levantamento também mostra que 82,6% dos entrevistados em Goiás consideram que a sociedade brasileira está mais aberta ao assunto atualmente. No resultado nacional, esse índice foi de 80,4%.

 

Diálogo aparece como fator importante

A pesquisa também perguntou aos participantes como eles avaliam os efeitos da prática nos relacionamentos. Em uma escala de 1 a 5, os goianos deram nota média de 3,24 para os impactos positivos sobre a relação. No Brasil, a média foi de 3,16.

 

Já o nível de conforto para conversar sobre o assunto com o parceiro ficou em 3,14 pontos em Goiás, exatamente o mesmo resultado registrado nacionalmente.

 

Para 65,5% dos entrevistados no estado, conversas mais abertas sobre sexualidade ajudariam a reduzir o preconceito em torno do tema. Outros 37,2% apontaram a educação sexual como uma medida necessária.

 

Entre os participantes goianos, 54,3% afirmaram preferir encontros presenciais. A prática, segundo os dados, costuma ocorrer de maneira esporádica entre a maior parte dos participantes.

 

Quem participou da pesquisa em Goiás

Os homens representam 75,5% dos respondentes goianos, enquanto as mulheres correspondem a 19,8%. A faixa etária predominante entre os participantes é de 35 a 44 anos.

 

O levantamento também aponta que o interesse não está restrito a uma única geração. No cenário nacional, a maior proporção de praticantes ativos aparece entre pessoas de 55 a 64 anos: 28,4%.

 

Cenário nacional

No Brasil, 41,8% dos entrevistados afirmaram ter curiosidade sobre o swing, enquanto 28,8% disseram já ter experimentado e 26,4% afirmaram praticar atualmente.

 

Entre as pessoas que fazem parte da comunidade liberal, 31% disseram que a experiência teve impacto extremamente positivo no relacionamento.

 

Os dados também mostram diferenças significativas entre os estados. Roraima aparece com o maior percentual de praticantes ativos, com 35,7%, seguido pelo Rio Grande do Norte, com 32,1%, e pela Bahia, com 31,6%.

 

Na Bahia, a conexão com outras pessoas é o principal atrativo para 19,9% dos participantes. O índice fica cerca de seis pontos acima da média nacional.

 

No Maranhão, 86,5% dos entrevistados percebem uma maior abertura da sociedade brasileira ao tema. O medo de julgamento foi citado por 13,5%, abaixo dos 15,1% registrados nacionalmente.

 

No Rio de Janeiro, 29,7% dos participantes afirmaram praticar atualmente e 31,9% já haviam experimentado. Somados, os dois grupos representam mais de 61% dos entrevistados cariocas. A frequência mensal foi a mais mencionada, por 33,8%.

 

Em São Paulo, 30,8% disseram já ter experimentado a prática, enquanto 24,4% afirmaram ser praticantes ativos.

 

No Distrito Federal, 32,9% dos entrevistados disseram já ter experimentado o swing. O levantamento também registrou 17,1% de respostas relacionadas ao medo de julgamento e 27,2% que apontaram a influência religiosa como obstáculo cultural.

 

Santa Catarina apresentou o maior percentual de curiosos que ainda não tiveram a experiência, com 44,6%. A frequência mensal foi citada por 31,1% dos participantes, enquanto Florianópolis registrou a maior proporção de relacionamentos abertos entre as cidades analisadas, com 5,9%.

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