Foto: PC
A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Consumidor (Decon), deu início, na última sexta-feira (24), à nova etapa da operação nacional de combate a fraudes em bombas de combustíveis. A ação tem como objetivo coibir irregularidades em postos e proteger os consumidores de práticas ilegais que causam prejuízos diretos.
A operação é realizada de forma conjunta com o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e o Procon Goiás, contando ainda com o apoio da Polícia Militar. A iniciativa busca identificar dispositivos eletrônicos adulterados, como chips, plugs e softwares instalados de forma clandestina nas bombas medidoras, capazes de alterar o volume real de combustível entregue ao consumidor.
De acordo com a Polícia Civil, a ação é estratégica e preventiva, voltada à proteção do cidadão goiano e ao fortalecimento da lealdade no mercado, evitando que organizações criminosas se instalem no setor de combustíveis.
Caso sejam confirmadas manipulações nas bombas, proprietários, gerentes e operadores poderão ser autuados em flagrante por estelionato (art. 171 do Código Penal) e crimes contra as relações de consumo (Lei nº 8.137/90). As penas podem chegar a 15 anos de prisão, dependendo da gravidade das condutas e do conjunto de crimes praticados.
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