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A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu, nesta semana, suspeitos de clonarem sites e perfis de redes sociais de pousadas em Pirenópolis. O grupo, vinculado à facção Primeiro Comando da Capital (PCC), teria movimentado cerca de R$ 13 milhões em dois anos, com arrecadação estimada de R$ 20 mil por dia.
De acordo com a investigação, os suspeitos criavam páginas falsas e se passavam pelos responsáveis pelas pousadas. Quando clientes de diversas regiões do país faziam reservas por esses canais, eram induzidos a realizar pagamentos por hospedagens que não existiam.
A ação integra a terceira fase da Operação Sem Reservas, que envolveu as polícias de Goiás, Pará, São Paulo e do Distrito Federal, e cumpriu mandados de prisão e busca e apreensão nos três estados.
Entre os presos estão os chamados “tripeiros”, que alugavam contas bancárias de terceiros e movimentavam valores por casas de câmbio no Paraguai. Parte do dinheiro arrecadado era transferida para contas de terceiros e submetida a processos de lavagem, principalmente por meio de criptomoedas. Segundo a polícia, aproximadamente 50% dos recursos ficavam com os responsáveis diretos pelos golpes, 30% com os tripeiros e 20% com os chamados “laranjas”.
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