Vereador de Urutaí é suspeito de estupro Foto: Reproduçõa/TV Anhanguera
O vereador de Urutaí, Éder Alberto Jorge Pimenta, foi indiciado pela Polícia Civil de Goiás pelo crime de estupro cometido contra uma estagiária da Câmara Municipal do município. A investigação apontou que o crime ocorreu em um motel localizado em Pires do Rio, no sudeste do estado.
De acordo com a Polícia Civil, a principal prova reunida no inquérito foi um áudio gravado pela própria vítima durante o momento da agressão. O material foi considerado determinante para o indiciamento do parlamentar.
As investigações indicaram que o vereador atraiu a jovem sob o pretexto de que ela realizaria um trabalho fotográfico relacionado às atividades da Câmara. No entanto, após sair com a estagiária, ele a levou até um motel, onde praticou o crime, mesmo diante das negativas e resistência da vítima.
Segundo o delegado responsável pelo caso, os atos praticados caracterizam estupro, uma vez que ocorreram sem consentimento, apesar das tentativas da vítima de impedir a violência.
A defesa do vereador não foi localizada para comentar o indiciamento. Em declaração anterior à TV Anhanguera, os advogados afirmaram que o indiciamento não representa condenação ou reconhecimento de culpa e que irão analisar o processo para adoção das medidas jurídicas cabíveis.
Após o avanço das investigações, Éder Pimenta perdeu o cargo de presidente da Câmara Municipal de Urutaí. A decisão foi tomada de forma unânime pela comissão responsável, conforme informou o atual presidente da Casa, vereador Lindomar Veloso.
A destituição ocorreu após a abertura de uma Comissão Processante e um afastamento cautelar aprovado anteriormente. Em nota oficial, a Câmara justificou a decisão afirmando que a conduta atribuída ao vereador é incompatível com a dignidade do cargo, configurando quebra de decoro parlamentar e violação dos princípios da moralidade administrativa.
O caso veio a público em novembro de 2025, quando a estagiária, de 25 anos, que atuava no setor de marketing da Câmara Municipal, relatou ter sido enganada com a promessa de uma atividade profissional em Pires do Rio. Segundo o relato, ela acreditava que faria uma viagem de trabalho, mas foi levada a um motel pelo vereador.
Dentro do local, a jovem afirmou que sofreu investidas físicas, tentou resistir e chegou a gravar o áudio que posteriormente foi entregue à polícia. O material integrou o inquérito e embasou o indiciamento do parlamentar.
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