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A França confirmou a construção de um presídio de segurança máxima na Guiana Francesa, território ultramarino no norte da América do Sul. A decisão reacendeu críticas históricas e gerou protestos de representantes locais, que acusam o governo francês de agir sem diálogo e impor uma política de exclusão.
O complexo será inaugurado em 2028, no município de Saint-Laurent-du-Maroni, onde já funcionou uma colônia penal no século passado. A nova ala de segurança máxima terá 60 vagas, incluindo 15 para condenados por radicalismo islâmico. O projeto, de R$ 2,5 bilhões, visa retirar de circulação lideranças do tráfico e extremistas, segundo o ministro da Justiça Gérald Darmanin.
O local, cercado pela selva amazônica e próximo ao Brasil e Suriname, é considerado estratégico para o tráfico internacional de drogas. Ainda assim, políticos locais classificaram a proposta como "um insulto à história" e uma "provocação política".
Eles alegam que o plano original, firmado em 2017, previa um presídio para desafogar o sistema prisional local — não para transferir criminosos da França continental.
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