O diretor Steven Spielberg, de 79 anos, fez um alerta sobre os rumos da indústria cinematográfica e afirmou que Hollywood pode “ficar sem fôlego” caso continue priorizando produções baseadas em franquias já conhecidas. Para ele, é essencial que os estúdios invistam mais em histórias inéditas.
A declaração foi feita durante sua participação inédita no CinemaCon, realizado em Las Vegas. Na ocasião, o cineasta incentivou produtores e executivos a apostarem em novos projetos criativos.
Segundo Spielberg, a dependência excessiva de reboots, continuações e derivados pode limitar o potencial da indústria. “Se tudo o que fizermos forem propriedades intelectuais já estabelecidas, vamos ficar sem fôlego. Precisamos contar mais histórias originais”, destacou.
O diretor também comentou sobre o modelo de distribuição dos filmes e elogiou a decisão da executiva Donna Langley, da Universal, de ampliar para 45 dias o período exclusivo de exibição nos cinemas antes da chegada ao streaming. Ainda assim, ele defendeu prazos ainda maiores. “Hoje eu vou ser ganancioso. Posso ouvir 60 dias? Posso ouvir 120 dias?”, brincou.
Durante o evento, Spielberg também apresentou o trailer de seu novo filme, “Dia D”, que tem estreia prevista para 11 de junho no Brasil. A produção de ficção científica traz no elenco nomes como Emily Blunt, Josh O'Connor, Colin Firth, Eve Hewson e Colman Domingo.
O longa acompanha uma conspiração do governo para esconder a chegada de visitantes de outro planeta. Conhecido por obras marcantes como “E.T. – O Extraterrestre”, o diretor afirmou que o filme promete provocar reflexões no público.
Curioso sobre o universo desde a infância, Spielberg disse que a produção aborda questionamentos sobre vida extraterrestre. “Acredito que este filme vai responder algumas perguntas e levantar muitas outras”, afirmou, ao comentar a proposta da obra.
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